5 de novembro de 2009

Tinha a mania da perseguição.
E então no metro, de volta a casa
Quem estivesse com atenção
Era vê-la a sair da carruagem em que seguia
Para entrar logo no próximo vagão

Tal e qual uma obsessiva-compulsiva
Todos os dias sem excepção
Ela bisava todos estes passos
Até chegar à sua estação

Como a personagem de um qualquer filme de acção
Ela pensava que era assim
Que se baralhava um possível ladrão


E foi na noite em que pensou ouvir o dobrar de um sino
Que na última carruagem em que entrou
A maldita ironia do destino
Quis que ela se sentasse
Mesmo ao lado do seu assassino


MUAHAHAHAHAH...

22 de outubro de 2009

não é um pássaro, nem um avião nem tampouco o Super-Homem. é um carro com "mega" turbo boost no burnout 3 - takedown!

e é claro que, como adepta de jogos, as "corridas de carros" não iriam ficar de fora da minha lista. Por isso, e como este jogo foi dos últimos a descobrir,(e é bem capaz de ser o melhor jogo de carros que já joguei. Não só pela quase velocidade da luz a que chegamos com o "mega" turbo boost*, o que torna quase impossíveis as manobras e a visibilidade, mas também pela banda sonora e efeitos de vídeo que se vêm nos "crashes" e nos "takedowns") aqui fica um cheirinho do Burnout 3 - Takedown (para xbox).

* o "mega" turbo boost consegue-se, fazendo "drifts" perfeitos sem bater nos rails, fazendo "near miss" aos carros que não pertencem à corrida (mas que andam também na pista) and last but not the least, chocando com outros carros que correm com o nosso, nos chamados "takedowns". Isto tudo, e principalmente os takedowns dão-nos mais turbo por tempo limitado. No vídeo, quando ganhamos o turbo, aparece no monitor o tempo que temos com ele em forma de chama. Quanto maior for a chama, mais tempo e mais potente é o turbo.

Aconselho verem em HQ


- neste excerto e nesta corrida (takedown road rage), o objectivo é "tirar" os carros adversários de corrida, (os que partem connosco) com todo o tipo de "takedowns", (sem esquecer que o nosso também se vai partindo aos poucos, a cada choque) e chegar ao fim da corrida em primeiro lugar. Mas com muito cuidado, porque ainda há os outros carros que estão na estrada e que não pertencem à corrida ou que vêm em sentido contrário,(os chamados "uncoming") e com os quais não podemos chocar, senão há um "crash" e um "crash" para nós significa, perda de boost, de tempo e de portas, tejadilho, rodas... e tudo o que precisamos para continuar na pista até ao fim.


ps: a velocidade não está alterada. quando atingimos o boost máximo, é mesmo assim que corremos.




é extremamente desaconselhável conduzir um carro a sério, numa estrada a sério, depois de terem jogado este jogo durante horas. (ou se preferirem: tentem isto só em casa! :)

21 de outubro de 2009

porque sabe sempre bem.

28 de setembro de 2009

prologue
Confesso que pelo nome, pensei tratar-se de mais um filme de terror sobre o Apocalipse e é claro que só depois de saber quem o tinha realizado, pude ficar na dúvida.
Mesmo assim, tive que ver o trailer, antes de ver o filme.

chapter one: grief
O Anticristo de Lars Von Trier ("Ondas de Paixão"; "Dancer in the Dark"; "Dogville"...) é mais um filme de autor, e não digo isto com desprezo!

chapter two: pain (chaos reigns)
Quem conhece este realizador dinamarquês, sabe que ele é capaz de provocar em nós um mal-estar profundo, (que pode levar muita gente ao desligar do "play" ou à saída permanente, da sala de cinema) e que começa pela tremenda tristeza/dor que tão bem consegue mostrar na tela e transportar para fora da mesma, ao mesmo tempo que nos brinda e alicia com fantásticos planos de câmara e música a condizer, conseguindo fazer com tudo isto, arte. (aqui permiti-me este laivo de excessividade porque por vezes ao gostar de uma coisa, consigo ser demasiado parcial :)

chapter three: despair (gynocide)
O filme relata a história de um casal. Ela uma historiadora obcecada pelo seu ensaio e ele um psiquiatra que toma a sua mulher como objecto de estudo. Ambos sofrem pela perda do único filho, e tentam de tudo para exteriorizar e expurgar a dor com sessões de "terapia caseira".

chapter four: the three beggars
Com uma fotografia estrondosa, um desempenho fantástico de Charlotte Gainsbourg e Willem Dafoe e uma teia metafórica que nos vai puxando mais a cada piscar de olhos, o Anticristo é talvez, como muitos dizem, um filme-consequência da depressão por que passou o realizador, que pensava já não conseguir fazer filmes. Uma, quiçá, expurgação do demónio...

epilogue
"A grieving couple retreat to ’Eden’, their isolated cabin in the woods, where they hope to repair their broken hearts and troubled marriage. But nature takes its course and things go from bad to worse…"






Ps: O filme tem cenas tremendamente chocantes e pormenores de sexo explícito. Beware! :|

entrevista polémica a Lars von Trier em Cannes



espaço

e s p a ç o

e
s
p
a
ç
o


hoje apetece-me ouvir isto:

2 de setembro de 2009

sou fã de jogos. (que posso fazer?)
e este, é o meu novo vício.



Façam o download do jogo, criem o vosso jogador e encontramo-nos numa mesa. até já :)